quarta-feira, 8 de junho de 2011

; adeus.

O facto de eu querer o teu bem, tornou-se meu inimigo. 
Tens a visão desfocada, e a face envergonhada. O sal pica-ta à facada enquanto o sol me engana a mim !
Não te quero assim, percebes ? Não consigo viver sabendo que já não precisas mais de mim, não consigo dormir descansada, não consigo mostrar um sorriso puro. Quero-te bem, quero-te viva para mim como de antes, não quero que te percas no que sabes que resistes. Eu avisei-te ! Vais sair como eu. Estás-me no pensamento desde o inicio, tu sabes, mas os olhos não mentem, quando a boca é muda.

I give my heart to you. You accept it. Now you are burning it and you want another one.
But when that one is tired and broken, you'll want mine.
Too late, i told you so.

Eras muito, percebes ? Sinceramente, acho que estás a tornar-te me nada, estás a tornar-te num objecto, para mim.
Posso parecer rude ao dizer isto, mas acho que não me mereces, agora.
Trocaste-me, reparaste ?
Eu reparei. Não. Não ligues mais aos meus ensinamentos, aos meus labirintos e mistérios, ás minhas (nossas) gargalhadas, áquela relação tão especial, hm .
Enfim, adeus. Podes não dar conta, mas adeus.

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