Vai menina, fecha os olhos.
Solta os cabelos.
Joga a vida.
Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente.
Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade, porque a vida não espera por ti. Abraça o que te faz sorrir. Sonha, que é de graça.
Não esperes: Promessas? vão e vêm.
Planos? Desfazem-se.
Regras? És tu quem as dita.
Palavras? O vento leva-as.
Distância? Só existe para quem quer.
Sonhos? Realizam-se, ou não.
Os olhos fecham-se um dia, para sempre. Vê tudo o que tens a ver até lá.
E o que importa tu sabes, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só.
"The joy supposedly is in the giving, so when the joy is gone, when the giving starts to feel more like a burden, that’s when you stop. But if you’re like most people I know, you give till it hurts, and then you give some more."

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