Mas é claro que há aqueles assuntos que são sempre falados, inevitavelmente, sem sequer se notar, ás vezes.
O amor, por exemplo. Tu esgotas-mo! Usas todas as doses diárias que tenho dele, e fazes-me dormir bem para na manhã seguinte ainda ter amor fresquinho para te oferecer, tal como no dia anterior, e no que se segue. É isso que tu me fazes. És um "love-addicted" e eu adoro, talvez porque também sou. (Mas só pelo teu.)
Mas eu adoro ser só tua. Adoro mirar-te atentamente e abraçar-te enquanto dormes. Chatear-te também. Morder-te. Beijar-te. Brincar contigo. Fazer loucuras. Os teus olhares, os teus abraços, os teus amuos, tudo.
Já viste? Parece uma declaração de uma pitinha. Deixei o pouco jeito para escrever no quarto e vim para a biblioteca com toda a determinação que cá encontrei. Palavras simples, que digam tudo, sabes?
Eu amo-te. Eu amo-te! Eu amo-te muito! Eu amo-te mesmo muito! Eu amo-te mesmo muito, Francisco! E neste mundo só há uma coisa pela qual sinto receio: Tu deixares-me.
Não o faças amor.
«Agora entendo porque o tempo está nublado: O céu está todo nos teus olhos.»
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