sábado, 6 de agosto de 2011

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E tirei uma conclusão. A vida nunca nos traiu. Nós é que traímos a vida, ao fazê-la arder com as nossas birras e preocupações.
O que nos faz arder a nós próprios, desnecessariamente.
Estás a ver aquele pássaro a voar, bem lá em cima? Ele não se preocupa. Ele limita-se a voar, a procriar, a ser feliz. A sobreviver.
Porque ser feliz é a única coisa que pode garantir a nossa sobrevivência; e tentar aturar, dia após dia, o caos que nós próprios criámos, que vive escondido atrás da nossa sombra, desejoso de nos atacar quando nos baixamos. A tristeza é a morte.
É a guerra; são as armas de fogo que disparam impiedosamente contra a nossa vida e os nossos corações que imploram misericórdia.
A tristeza é aquele monstro debaixo da cama que nos aterrorizou a infância e aterrorizará a velhice.
E toda a gente tem medo da tristeza, por ser fútil e precipitada; porque no fundo todos nós sabemos que com toda a facilidade existente, ela corrói, mastiga, e engole toda a nossa alma, come o fruto sem deixar rasto; poupando apenas a casca que é a nossa própria pele.
A tristeza, faz-nos ser vazios. Nozes de casca dura por fora podem ser ocas por dentro.
E é por isso que nunca deixarei que estejas triste.
( A complexidade do amor resume-se num simples sorriso. )

3 comentários:

Mariana * disse...

gostei do blog (:
^sigo.

Catarina disse...

Amei o blog +.+
Está lindo !
Vou seguir, será que podes seguir o meu também publicamente ?
Desculpa o incomodo
Obrigada

Joana Margarido disse...

Obrigada ás duas, a sério, beijinho. :)