terça-feira, 26 de abril de 2011

; tente novamente mais tarde.

Desisto. Desisto, desisto, desisto. Desisto de te tentar perceber, porque nem preciso. Simplesmente tentei, por curiosidade. Tentei perceber os porquês. Tentei perceber o teu ponto de vista e o que está por trás. Tentei perceber as tuas acções. Desisto de tentar perceber os olhares, as palavras e os contactos. Desisto ! Estou farta, estou mesmo.
Tentei ser simpática e não consegui. Sinceramente nem me esforcei, se queres saber. Não vou andar a lamber as botas a alguém que não me chega aos calcanhares. A cada segundo lembro-me do nojo que me metes, do monstro que és. E isso basta para me cansar de ti em dois minutos.
Achei que ia conseguir, mas a culpa não é minha, amigo. É que tu és simplesmente impossível ! És uma pessoa impossível !
Carinho ? BULLSHIT !
Saudade ? BULLSHIT !
Amor ? BULLSHIT !
Paixão ? BULLSHIT !
Amizade ? BULLSHIT ! BULLSHIT ! BULLSHIT !


Seu mentiroso, não mereces nada, pelo menos vindo de mim, sabes ? Não mereces que me esforce para ser simpática porque tu também não o és ! Todas essas mariquices que expressas, todas as mentiras que revelas, todas as verdades que escondes e sempre escondeste ! Toda a graxa que dás, a tudo, a todos ! Todos os defeitos que tens porque queres ! Toda a mania que tens, todos os insultos que adoras apontar aos outros mas esqueces-te dos teus, fofinho.

Não és mau, não. És horrível.
E não penses que te perdoo.
Pensas que estás muito alto, mas um dia, um dia vais cair.
Garanto-te que ninguém te vai agarrar. Merdoso.
FUCK IT. 

Os patos são mais bonitos e charmosos que os sapos. Mas nunca se transformam em príncipes, AH ! 

Ups, deixei escorregar umas quantas coisas que não se dizem. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

; the heart of the words.

Saudações, cavaleiro. Teu coração está queimado, teus olhos perderam o brilho. Tenho a cura.
Shiu, nada tens que dizer, pois eu curar-te-ei e guardar-te-ei no meu coração, para sempre, Longe da vista.
Estás aqui para lutar, novamente ? A essência de sangue na tua espada é ainda muito intensa. É forte, pois a batalha também o foi. Lutavas por amor, disseste tu.
Agora, luto por liberdade. Não sou tão forte, nem tenho uma espada brilhante como tu. Mas o sangue vem-me á memória. Vencerei.
Porque é que sempre que se luta por amor, o coração acaba escorrendo sangue e a espada acaba manchada ? A dor ainda é recente, embora não tão intensa. Estou contigo, apesar da ferida. Estarei pronta para te proteger, sempre que precisares. Estarei pronta a matar para que não sofras.
Não o permitirei. E isto é uma promessa.
Juro pela alma, juro do Coração, ainda a cicatrizar.
Cavaleiro, foste os meus sonhos, estiveste comigo e partiste em batalha. Agora, chamas meu nome novamente.
Não te agradeço ! Agradece-me a mim que sempre fui tua guardiã, apesar de tudo ! Sempre te guardei o coração, não é verdade ?
Agora estarei aqui, escondida nas sombras, nem vais dar por mim, amor.
Mas quando te magoarem... Declaro Guerra.

domingo, 24 de abril de 2011

; freeze.

Já nada é o mesmo, porque agora é tudo igual.

; relato de um nada.

Normalmente, as cicatrizes não doem. São apenas marcas de momentos (bons ou maus) queimados. Mas esta cicatriz é diferente. É sentimental. Dói. Uma cicatriz sentimental, já ouviste falar ? Eu já. Mas nunca pensei que fosse tão real como a relatam em filmes, e em textos lamechas. Este, é mais um desses. Mais um texto lamechas sobre a minha própria cicatriz sentimental, a minha primeira. Que orgulho. Sempre era melhor que não doesse, mas olha, é a vida. Nem todas as escolhas que fazemos são seguidas com a melhor intenção. Acontece.
O que eu sei é que não me apetece. Não me apetece reviver isto. Que fique bem claro, eu não te amo. Eu adoro-te. Eu adoro-te e tu adoras-me. Será real ? Não se vai saber tão cedo. Mas também não quero saber.
De facto, aquelas grades, aquelas grades ferrugentas, podres, velhas, eram fracas. Eram fracas mas suportaram-nos. Eram fortes o suficiente para aguentar connosco. Mas nós não nos aguentámos um ao outro, não nos suportámos. A verdade é que nos amámos, sim. Mas não suportámos que fosse tudo tão perfeito. E isso correu naturalmente. Talvez destino. Ou apenas azar. Separação, é normal. Correu como um rio manso, mas com correntes fortes. As correntes prenderam-nos. E com toda a força que fizemos, cada um para seu lado, as correntes, muito fortes do nosso amor, rebentaram-se. Partiram-se, morreram. As correntes da alma, do sentimento, do espírito, do amor, dos momentos, todas se romperam. Sobrou apenas uma, cuja força era determinada a não nos deixar nunca. Nunca saberemos exactamente que corrente é essa, mas a verdade é que nos atrai. Atrai os nossos olhares, de vez em quando. E no fundo, faz com que o nosso coração nunca esqueça. Não podemos acabar com essa corrente, sabes ? Ela está para além da nossa força, para além dos nossos olhos. Sabemos tudo sobre ela, mas não a percebemos, só nos percebemos um ao outro. Acontece. E jamais essa corrente vai ser destruída, jamais. Será por mal ? Será por bem ? O sentimento é mutuo. E as lágrimas evaporaram da nossa mente.
Agora, resume-se aos nossos corações.

sábado, 23 de abril de 2011

; freeze.

E nesse momento, eu dei conta que ser forte não é magoar os outros, é fazer com que ninguém nos magoe a nós.

; freeze.

É incrível como algo tão suave faz uma ferida tão funda, não é ?

terça-feira, 19 de abril de 2011

; loucura.

A minha voz esgotou-se; a minha ira libertou-se e a minha paz revoltou-se. - É estranho, não é ?
Ás vezes julgamo-nos como ladrões de almas inúteis.
Ás vezes, as paredes que constroem o nosso mundo partem-se.
Quando abrimos os olhos, encaramos com imenso vazio.
Um vazio que nos enche.
A vida corre mal, e daí, fazemos frente àquela voz que nos diz que vai ficar tudo bem.
Porque, nas nossas mentes, tudo o que é transmitido na altura são mentiras.
A mentira e a ira.
Mas o que nós ás vezes não pensamos, é no tamanho, no perímetro, na área, no volume do nosso mundo.
O nosso próprio.
Nunca pensamos que essas tais paredes derrubadas podem ser reconstruídas uma, duas, três, todas as vezes que o humano quiser.
Nós somos os reis do nosso mundo, nós comandamos a nossa vida, só com a nossa mente, basta lembrarmo-nos de isso na altura correcta.
Já pensaste porque é que não há duas pessoas iguais no mundo ?
Porque cada um de nós é unico.
É a mais pura das verdades.
Já pensaste que, talvez não estejas feliz porque não queres ?
Custa a acreditar mas é a verdade.
Todas as pessoas nascem com um dom.
E todos os dons são diferentes, todos.
O sentido da tua vida é encontrares esse teu verdadeiro dom.
Talvez sejas diferente, é verdade. Mas os outros ? Os outros são todos iguais.
Médicos, Filósofos, Matemáticos, Génios ... Todos acreditavam no dom.
Todos acreditavam na magia , todos acreditaram no inexplicavel.
No inexplicavel que nunca vai ter explicação racional.
Todos acreditaram no sobrenatural.
Loucos.
Somos todos um pouco loucos.
Mas é essa a loucura tão nossa que nos torna génios, a cada um de nós.
É essa a loucura, que em alguns (tristes) casos, é escassa.
É essa a loucura que nos faz ter sonhos, e que nos faz segui-los, e alcançá-los.
É essa a loucura que nos faz pensar a todos com diferentes pontos de vista e saber que temos razão.
É essa a loucura que nos faz activar os sentidos que mais ninguém tem.
Que nos faz comunicar com o incomunicável, que nos faz viver a nossa própria vida á nossa própria maneira. É essa a loucura que nos permite pensar de uma maneira diferente quando estamos sozinhos.
É essa a razão de viver, é essa a razão de morrer.
Depois da morte, cada um de nós vai saber qual é o seu destino.
Nada mais.
Nada menos.
Nada de Deuses, de rezas, de Céus ou de Infernos.
Resume-se a nós, e ao mistério da nossa alma, á descoberta de um novo mundo para além do nosso, para além dos olhos, que nos faz olhar em frente e seguir o rumo da vida.
Somos nós que nos prendemos a algo que não conseguimos largar.
É a nossa mente.
É o nosso corpo.
É o lugar onde pertencemos.
É uma calçada de escolhas em que o que nos guia é a essência.
A vida ?
A vida são aqueles momentos de paz, aqueles momentos de felicidade, sem medo, sem remorsos, sem uma única gota de sol que não seja simplesmente nossa.
É olhar o horizonte e saber que não estamos sós.
É não pensar no futuro nem relembrar o passado.
É o que tu queres que ela seja, é o presente.
É a confiança em ti mesmo.
Nada mais.
Nada menos.
Vive.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

; ♥.

quero ternura.
Há dias em que tudo muda, subitamente. Fazemos decisões que rápido se perdem no nevoeiro do sono e da noite. No próximo dia, volta tudo ao mesmo.
Sempre a mesma rotina, sempre o mesmo ardor nos lábios, o mesmo sangue vivo, o mesmo perfume, o mesmo coração, a mesma alma, a mesma decisão; a mesma decisão de sempre.
É sempre o mesmo grito interior, sempre a mesma pessoa, a mesma falta, o mesmo espírito, o mesmo olhar, o mesmo brilho abafado, a mesma respiração, a mesma emoção, o mesmo sentimento todos os milésimos, todos os centésimos,  todos os segundos, todos os minutos, todas as horas, todos os dias, todas as semanas, todos os meses, todos os anos, todas estas manhãs em que acordo igual.
Será assim tão simples ? É a isto ao que se resume a vida ? A decisões que se vão com o pó, com os restos de pensamento, com as memórias, com o que ás vezes é essencial, que se esvaneçe com a noite ? É isto ? É a alma a evaporar para os sonhos ? Ou só se pode viver de noite ? Para vivermos temos que passar a vida acordados ? Temos que ter medo do escuro ? Temos que ter medo das criaturas que nos assombram os sonhos ?
E se, o que se apagasse da nossa mente fosse o outro lado ? A mentira, a consciência pesada ? O arrependimento, as más memórias, a tristeza, a mágoa ? O pesadelo ?
Não, não temos que ter medo de dormir. Da noite, do mistério, do escuro. Das estrelas. Não temos que ter medo do sonho. Porque o sonho, é a única coisa que me mantém viva, agora. É a única razão do porquê a minha luzinha interior, a minha luzinha de fada, ainda estar acesa.
Mas ultimamente, tudo mudou. Deixei de me lembrar dos meus sonhos. Deixei de acordar fresca e alegre. Deixei de ver o Sol, mesmo ele estando lá. Não, não estou triste. Simplesmente não me encontro. Não encontro o meu interior. Já não sei da minha personalidade, perdi-a. Agora, sou apenas mais uma pessoa no mundo, sabe-se lá, no Universo. Sou um átomo de oxigénio, dos tantos que há. Agora, já não encontro aquele pouco de mim que eu amava. Aquele pouco que sonhava acordado. Que acreditava em tudo, que sabia, SABIA, que um dia, ía mudar o mundo, ou salvar uma vida. Aquele pedacinho de mim que insistia o quanto eu era diferente e especial, aquele pedacinho de mim, que era como um pirilampo, um pirilampo no meio da escuridão. Um pirilampo que iluminava o pesadelo.

A partir de hoje, vou seguir os meus instintos.

terça-feira, 12 de abril de 2011

; illegal game.


Hold my breath because I feel no pain,
You are still the same illegal game.

Oh please, dear wake me, tonight I'm gonna sleep,
Your smile touches me so deep.

This intense silence wakes me up, but I cant see.
Your speech is always the same illegal game.

Kissing my lips and drinkin my soul,
Taking my promisses to a big dark universal hole.

Your eyes are just so shiny,
So much true its a crime.

I know you are going to hell,
But take me with you, in your cell.

I dont remember anything,
Cant tell if this is true or dream,
My thoughts boil down to screams.

There's no much left of my heart, please, cure it.
This emptyness it's killing me.

Este jogo não é legal; e as jogadas não vêem nas regras. Exactamente por isso, não jogas melhor que eu. <3

; freeze.


Deixa o inexplicável sem explicação.

sábado, 9 de abril de 2011

; é tudo uma questão de essência.

Por mais incrível que pareça, arrependi-me um pouco. Admito-o.
Mas aquilo, aquela não era eu. Não sei o que se passou nem quem o era, mas sei que não era eu.

Isto estava planeado à dias, há semanas. Era a última vez que te ia ver, antes das Férias, das tão esperadas (malditas) férias nos separarem. Era nessa noite, eu tinha a certeza.
Foi tudo planeado ao detalhe, sem falhas, sem defeitos. Era essa a noite. Essa noite ia mudar tudo. Ia mudar o teu e o meu (nosso) mundo. E ambos o queríamos e queremos mudado.
Não sei como, tiveste a mesma intenção que eu no mesmo momento. Naquele momento, ambos pensámos no mesmo, vamos admitir. Não fomos capazes disso.
Estamos em casos diferentes mas crimes iguais. Ambos queremos roubar o coração um do outro, estou certa? Ainda não pensei bem nisso, da minha parte, mas tu também não. Estou convencida disso, digam o que disserem. Este jogo NÃO ESTÁ vencido.
Sabes, as tuas palavras não foram as mais acertadas, mas serviram-me. Tu sabias de tudo. És tão estranhamente imperfeitamente perfeito !
Não sabes falar de mais nada ? Talvez isso seja a nossa linguagem especial, talvez não. Sei lá.
Guarda-me bem. Neste caminho não durarei para sempre.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

; vais ou ficas ?

O stress é algo tão intenso, não é ? Quando já não podes ver nada à frente, estás ocupado, tens tanto a fazer, tanto a pensar, e tanto em que te preocupares, ficas com a cabeça quente, a fervilhar desse malvado stress. É uma coisa terrível, para mim, é a pior. Odeio o stress, é mesmo irritante. Torna-me em alguém diferente ! Por isso, há que lidar com ele, seja ou não seja de uma forma racional.
E isto é um conselho.

domingo, 3 de abril de 2011

; hoje e sempre.

Gostava de poder dizer tudo o que viesse.
Gostava que ninguém criticasse tudo o que fizesse.
Gostava que os meus caminhos fosses escolhidos por mim.
Gostava que as minhas opções não doessem.
Porquê ?
Porque é que os meus actos têm de ter consequências ?
Porque é que não pode ser tudo simples, resumido ?
Porque é que isto me agrafa o coração vivo ?
Porque é que falar é insultar ?
Porque é que é tão difícil amar ?
Porque é que os desafios me odeiam ?
Porque é que estive apaixonada por ti ?
Toda a ignorância se resume a mim.
A isto.
Á liberdade.
Á cura.
Á cumplicidade.
Não deixes voar os anjos que te guardam o coração.
Um dia, vais tê-los na tua mão.
Porque TU podes ter tudo.
Porque TU és o melhor do mundo,
E a tua personalidade domina,
Domina todo o planeta, de Portugal á China.
E os teus olhos reflectem o brilho da verdade.
A verdade da liberdade.
Tem respeito á cura.
Tem amor á cumplicidade.

sábado, 2 de abril de 2011

Hoje percebi, fiz descobertas. ( wow. ) Muitas, talvez. Enterrei-me no meu sofá e vi todos os filmes que me apareceram no zapping que estava a fazer. Vi cinco filmes, na verdade. Geez. Foi bom, estar no sofá, descontraída, ver os meus filmes e beber um chá, até ao momento em que me lembrava que tinha de estudar. FUCK IT !
Para quem diz que a televisão é inútil, isto era uma lição de vida. ( by the way, go lick yourselfs. )
Johnny Depp. @
Hoje, ao não fazer nada, emocionei-me com frases e com olhares, assustei-me, tive medo. Hoje reencontrei uma amiga, a televisão. xD
Hoje, ouvi frases que me fizeram pensar muito. Frases como: " Eu choro no mar, porque é o único sítio onde as minhas lágrimas parecem pequenas. " ( aww, poor guy ! :s )  Pensa nisto. Não é uma frase linda ?
( não, não vou dizer " hoje " outra vez. ) Um dia, vou trabalhar para fazer esses filmes. Vou fazer as pessoas rir, chorar e terem medo. E não vou desistir disso nunca: HOLLYWOOD.

E a maior lição que eu aprendi hoje é VIVER A VIDA, e aproveitá-la ao máximo. ( Great job, Janý. xD )
Tonight i will sleep well, oh yeah.