segunda-feira, 25 de abril de 2011

; the heart of the words.

Saudações, cavaleiro. Teu coração está queimado, teus olhos perderam o brilho. Tenho a cura.
Shiu, nada tens que dizer, pois eu curar-te-ei e guardar-te-ei no meu coração, para sempre, Longe da vista.
Estás aqui para lutar, novamente ? A essência de sangue na tua espada é ainda muito intensa. É forte, pois a batalha também o foi. Lutavas por amor, disseste tu.
Agora, luto por liberdade. Não sou tão forte, nem tenho uma espada brilhante como tu. Mas o sangue vem-me á memória. Vencerei.
Porque é que sempre que se luta por amor, o coração acaba escorrendo sangue e a espada acaba manchada ? A dor ainda é recente, embora não tão intensa. Estou contigo, apesar da ferida. Estarei pronta para te proteger, sempre que precisares. Estarei pronta a matar para que não sofras.
Não o permitirei. E isto é uma promessa.
Juro pela alma, juro do Coração, ainda a cicatrizar.
Cavaleiro, foste os meus sonhos, estiveste comigo e partiste em batalha. Agora, chamas meu nome novamente.
Não te agradeço ! Agradece-me a mim que sempre fui tua guardiã, apesar de tudo ! Sempre te guardei o coração, não é verdade ?
Agora estarei aqui, escondida nas sombras, nem vais dar por mim, amor.
Mas quando te magoarem... Declaro Guerra.

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