O amor? É confuso. Sem nomes, nem ilusões, sem escolhas ou clarões, surpreende.
Surpreende qualquer um, na sua teia maquiavélica, e distrai qualquer condutor concentrado na estrada futura.
Toda a gente, todo o ser já foi apanhado.
Não é simples como julgas, mas julga a simplicidade.
Compreende quem ama e quem é amado, deixa qualquer um hipnotizado. Não tem cura.
Acredita em respostas fáceis e foge a situações fáceis.
Convida o imaginável e explica o inderteminável. Não é seguro.
Não exclui ninguém, não critica pecados ou más intenções e sufoca. Não se preocupa com o passado.
Cheira a alma de cada um, e não se mede verdadeiramente.
Pode causar tonturas e náuseas.
Ninguém escapa.

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